segunda-feira, 1 de março de 2010

MEMORIAL – Maria da Graça Maia Lindoso

Maria da Graça Maia Lindoso, nasceu no dia 12/01/1961 na cidade de Viana – MA, filha de Gregório Papa Maia e Iracema Serra Maia.
Comecei estudar com cinco anos de idade na escola Dom Pedro II em Viana – MA, na minha alfabetização o que mais marcou foi à maneira como a professora Mercilia lia a história do João de Barro do livro didático, outro texto era lido na minha turma era a fábula do Leão e do Rato entre outros.
Quando os meus pais colocaram-me na escola eles almejavam que eu fosse uma professora cresci querendo ser uma professora e não me arrependo de ser.
Na minha infância lia os romances, Padre Cícero Ramos Batista que era em ritmo de cordel também lia no livro didático a história de Rapunzel, Cinderela, mais o que marcou mesmo eram os romances em forma de cordel. A leitura foi algo que marcou positivamente a minha trajetória estudantil. Pois a partir daí cresceu em mim o gosto pela leitura. Apesar de não ter biblioteca em minha escola, mas a professora Nadi incentiva a pratica de leitura.
No Ensino Médio os professores com que mais me identifiquei foram os das disciplinas de Psicologia e Língua Portuguesa. Língua Portuguesa o professor Carlos trabalhava,com o coração e gostava de tirar duvidas de quem tinha,explicava com bastante clareza. A Psicologia a maneira como a professora Cecília administrava o conteúdo trabalhos em equipe foi muito importante na minha vida escolar. Conteúdo de Química tabela periódica pra mim era inútil ,pois no que isso melhoraria na minha formação e ate hoje não influência em nada na minha vida profissional ,a leitura que marcou foi o romance de Iracema dos Lábios de Mel gosto muito porque minha mãe recebeu o nome de Iracema por conta desse romance.Outro livro também que li e amei Os Senhores de Nova York que faz refletir sobre os mistérios femininos.
O Ensino Superior foi tudo de bom em minha vida, pois realizei um sonho. Pois através dos conhecimentos adquiridos pude por em pratica, e melhorar meu desempenho profissional. Inusitado como alguns professores mostram interesse em ser mediador dos conhecimentos e outros não demonstram o mesmo interesse deixando alguns alunos desmotivados ,porque quando vamos fazer um curso superior as expectativas são imensas.
O Cortiço de Aluizio de Azevedo foi um dos livros que marcou muito, pois dizemos uma peça em forma de dramatização pra contar a história aos alunos da turma.
Hoje por conta de minha profissão tenho o dever de buscar leitura, que venha somar com minha prática profissional, ampliando assim melhor os mus conhecimentos na área educacional.

2 comentários:

  1. DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA...



    "As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!" Otoniel Ajala Dourado



    O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA


    No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi o MASSACRE praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato "JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA", paraibano de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.



    O CRIME DE LESA HUMANIDADE


    O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.


    A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS


    Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, por isto a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos



    A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO


    A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.



    AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5


    A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;



    A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA


    A SOS DIREITOS HUMANOS, igualmente aos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.


    QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA


    A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes do "GEOPARK ARARIPE" mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?



    A COMISSÃO DA VERDADE


    A SOS DIREITOS HUMANOS busca apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e que o internauta divulgue a notícia em seu blog/site, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.


    Paz e Solidariedade,



    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
    Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br

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  2. o gestar é um sucesso!!! adorei seu blog. paula de sousa. vc é uma professora criativa. parabens!! espero que seu trabalho seja reconhacido...

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